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Os deputados da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovaram, nesta terça-feira (20), o Projeto de Lei 528/2015. De autoria do deputado Assis do Couto (PDT), o PL cria a política de preços mínimos do transporte rodoviário de carga no Brasil. O texto, que já havia sido aprovado na Comissão de Viação e Transportes, segue agora para apreciação no Senado Federal.

Assis comemorou muito a aprovação da matéria. Ele lembrou que, ainda no ano de 2015, o projeto foi apresentado como uma solução para a greve dos caminhoneiros, que paralisou o País naquele ano. Na semana passada, no plenário da Casa, Assis fez um pronunciamento e também um pedido ao presidente da CCJ que colocasse o projeto em pauta e aos parlamentares que compõe o colegiado para que aprovassem o texto. O relator do projeto, deputado Valtenir Pereira (PMDB-MT), já tinha apresentado relatório pela constitucionalidade, juridicidade técnica e legislativa da matéria. Ou seja: parecer favorável ao texto.

Caminhoneiros de todas as partes do País estiveram em Brasília para acompanhar a votação da matéria na CCJ e também pressionar os parlamentares para aprovarem a matéria. Assis agradeceu imensamente a participação e o empenho da categoria para que o PL fosse aprovado na Câmara.

O parlamentar lembrou que, além de regulamentar o preço mínimo do frete, o projeto também estabelece que uma parcela dos recursos empregados pela União com o pagamento de transporte rodoviário de cargas seja utilizado na contratação de fretes realizados por pequenas cooperativas de caminhoneiros e também transportadores autônomos.

“A participação popular, a participação dos caminhoneiros, foi de extrema importância para a aprovação deste projeto. Por isso, parabenizar toda a categoria pela união e agradecer os caminhoneiros pela participação no processo legislativo. Agora esperamos que o Senado Federal vote este projeto o mais rápido possível para que a lei passe a funcionar e beneficiar milhares de brasileiros que trabalham com o transporte de carga”, comemorou o deputado.

Fonte: RBJ

Projeto do Preço Mínimo do Frete é aprovado na CCJ da Câmara dos Deputados

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No mundo inteiro, os acidentes de trânsito matam mais que conflitos armados e catástrofes ambientais. Falta de atenção está em primeiro lugar entre as causas de acidentes, juntamente com o excesso de velocidade, não manter a distância segura do carro da frente, ingestão de bebidas alcoólicas, desobediência à sinalização e ultrapassagem indevida.

Porém, a infração por excesso de velocidade é considerada uma das principais causas de acidentes graves, além de ser uma das mais cometidas pelos motoristas em todo o País. Deve-se levar em consideração que para cada tipo de via há uma velocidade máxima permitida, definida pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Dependendo do fluxo e do tipo de veículos que circulam no local, das características da pista e do movimento de pedestres.

No Brasil, os limites de velocidade estabelecidos são: 30 Km/h nas vias locais, 40 Km/h nas vias coletoras, 60 Km/h nas vias arteriais e 80 Km/h nas vias de trânsito rápido. Já nas rodovias de pista dupla, 110 Km/h para automóveis, camionetas e motocicletas, 90 Km/h para os demais veículos. Nas rodovias com pista simples, 100km/h para automóveis, camionetas e motocicletas e 90 Km/h para os demais veículos.

O Detrans/MS listou cinco bons motivos para respeitar os limites de velocidade.

Tempo de reação

O cérebro demora pelo menos 1 segundo para reagir diante de um novo estímulo. A 80km/h, em pista seca, o carro percorre 22 metros neste tempo, antes de o motorista pisar no freio.

Frenagem controlada

Abusar da velocidade é precisar de mais tempo e espaço para frenagens. Ainda a 80 km/h, depois de acionado a freio, são mais 30 metros até o carro parar.

Evitar acidentes

Circular dentro da velocidade permitida na via ajuda a evitar acidentes justamente pelo controle das reações do motorista diante de obstáculos ou riscos.

Multas

Abusar do acelerador dói no bolso. Pode custar entre R$130,16 e R$880,41, dependendo da porcentagem da velocidade excedida.

Lugar certo

As ruas da cidade não são lugar para corridas de carro. Apressadinhos podem acelerar em competições especialmente organizadas para a prática.

As informações são do Detran/MS/ Portal do Trânsito

Cinco motivos para respeitar os limites de velocidade das vias

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A Renault Trucks está lançando as novas gamas de veículos T, C e K no mercado chileno, em parceria com o importador chileno SALFA. A meta é alcançar vendas de 500 unidades no Chile até 2020.

Quinze lojas de vendas e serviços estarão garantindo atendimento ao cliente local. As novas gamas dos veículos Renault Trucks foram apresentadas mês passado,em Santiago. O design modular da gama T abrange todos os requisitos dos transportadores chilenos de longa distância, oferecendo equilíbrio entre economia de combustível, conforto do condutor e o conforto da cabine. Com distâncias no país até 4.200 km entre o Peru e o Cabo Horn, estes modelos são aposta da Renault para estabelecer sua gama T como referência no segmento de mercado de longa distância.

Para atender aos requisitos da indústria da construção, a Renault Trucks também está lançando sua gama C no mercado chileno. Esses caminhões possuem uma carga útil elevada, baixo consumo de combustível e distância ao solo que facilita o acesso a todos os tipos de terrenos. A gama Renault Trucks K foi desenvolvida para trabalhar em terrenos difíceis nos setores de construção pesada e mineração, pilares da economia chilena.

Fonte: Transporte Online

Renault Trucks anuncia lançamento de novos modelos no Chile

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O número de acidentes em rodovias federais, no feriado de Corpus Christi deste ano, caiu em comparação com o feriado de 2016, segundo levantamento da PRF (Polícia Rodoviária Federal). O total de ocorrências graves – quando há óbito ou feridos graves – diminuiu 20,7%. Foram 230 em 2017, ante 290 registrados no ano passado.

A quantidade de pessoas que perderam a vida foi reduzida de 118 para 74, o que representa uma queda de 37%. Além disso, nos cinco dias de operação especial em razão do feriado prolongado, a PRF contabilizou 1.150 feridos, redução de 6,7% em relação a 2016.

Na fiscalização, aumentou 32% a quantidade de motoristas flagrados dirigindo sob efeito de álcool. Foram 941 autos de infração, e 120 condutores chegaram a ser detidos por embriaguez ao volante.

Ultrapassagens irregulares e excesso de velocidade, que são as condutas que mais causam acidentes graves, estiveram entre as infrações mais registradas pela Polícia Rodoviária Federal. Ao todo, 5.262 condutores foram multados porque ultrapassaram em local proibido; 76.082 foram flagrados por radares por estarem acima do limite de velocidade da via.

Fonte: Agência CNT de Notícias

Cai número de acidentes no feriado de Corpus Christi em rodovias federais

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Os representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT) e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) demonstraram surpresa e contestaram a decisão liminar do juiz da 7ª Vara Federal do Amazonas que suspendeu as obras de manutenção da BR-319, que liga Porto Velho a Manaus. Segundo o diretor executivo do DNIT, Halpher Luiggi Rosa, a decisão da Justiça e a ação do Ministério Público Federal (MPF) basearam-se em documentos, vistorias e licenciamento de 2014 e 2015, já superados desde o ano passado pelo acordo do órgão com o Ibama.

“Surpreende ao DNIT essa decisão judicial, pois o que estamos fazendo na BR-319 é exatamente o que está no licenciamento ambiental e no Termo de Cooperação. Estamos simplesmente dando andamento aos serviços de manutenção, sem fazer nada fora desse acordo”, destacou Luiggi.

O diretor de licenciamento do Ibama, Jônatas Souza da Trindade, também estranhou a decisão e disse que o órgão entrou com embargo de declaração para entender melhor a sentença judicial. “Todos os procedimentos adotados pelo Ibama estão regulares, acompanhamos as obras e foram observadas apenas algumas inconformidades que podem ser tratadas no âmbito do próprio licenciamento, com a devida sanção, sem a necessidade de suspensão ou cancelamento da licença ou das obras, simplesmente ajustes no procedimento”, detalhou.

Para o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), as exposições dos responsáveis técnicos do DNIT e do Ibama deixaram bem claro que não havia necessidade de paralisação das obras, pois ambos negaram haver qualquer tipo de irregularidade no processo de licenciamento ambiental e nas obras de manutenção da rodovia. “É um absurdo que essa decisão não tenha base real e nem legal, sendo que medida semelhante já tinha sido derrubada em instância superior”, disparou.

Acir critica morosidade do governo federal

O senador também criticou a morosidade do Governo Federal para tocar a obra. “Levamos 12 anos para ter um acordo de cooperação entre o Dnit e o Ibama para a manutenção da BR-319 e agora vem o Ministério Público Federal e uma instância do Judiciário, e se arrogam no direito autoritário de paralisar a obra sem sequer consultar estes dois órgãos. Não podemos aceitar calados essa decisão”, frisou o senador Acir.O senador também criticou a morosidade do Governo Federal para tocar a obra.

“Levamos 12 anos para ter um acordo de cooperação entre o Dnit e o Ibama para a manutenção da BR-319 e agora vem o Ministério Público Federal e uma instância do Judiciário, e se arrogam no direito autoritário de paralisar a obra sem sequer consultar estes dois órgãos. Não podemos aceitar calados essa decisão”, frisou o senador Acir.O diretor executivo do Dnit, Halpher Luiggi, disse que não há fracionamento do licenciamento da obra, como alega o MPF ao solicitar o embargo da obra.

“O Ibama concedeu uma Licença Ambiental Única, a chamada LAU, que não permite fracionamento, pois ela é única”, reforçou. O Dnit já entrou com recurso em instância superior da Justiça Federal solicitando o cancelamento da tutela antecipada para derrubar a liminar da Sétima Vara.“Estamos esperançosos de que a instância superior da Justiça Federal se manifestará de forma favorável para que possamos retomar os serviços de manutenção, pois estamos no momento certo para trabalhar na rodovia que é a época da seca na Amazônia”, salientou Luiggi.Para o diretor presidente da Federação Empresarial do Amazonas (Feam), Saleh Handed, o modelo econômico da Zona Franca de Manaus reduz pressão sobre a floresta, mas que é um modelo limitado e que não oferece mais perspectivas de desenvolvimento sustentável se não houver uma integração de Manaus com os demais estados da Região Norte. “A reabertura e pavimentação da BR-319 vai promover essa integração e abrir novas perspectivas para a economia regional”, disse.Na mesma linha, o presidente da Federação da Indústria do Estado de Rondônia (Fiero), Marcelo Thomé, destacou a importância da rodovia para a agricultura familiar, para a piscicultura e a pesca de Rondônia, que tem um custo muito alto para abastecer o mercado manauara. “A plena recuperação da BR-319 é a obra de maior importância para economia de Rondônia, uma vez que vai nos permitir o acesso rápido e mais barato a um mercado de 2 milhões de consumidores e abrir a fronteira de exportação através da Venezuela e do Caribe”, frisou Thomé.

Senadores vão se reunir sexta com o MPF e 7ª vara

Diante da ausência de representantes do Ministério Público Federal e da Sétima Vara da Justiça Federal do Amazonas na audiência pública da Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado que discutiu uma solução para a paralisação das obras de manutenção na BR-319, os senadores decidiram agendar uma reunião para a próxima sexta-feira com os dois órgãos em Manaus.

O requerimento para a realização da reunião em Manaus foi da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). O objetivo da reunião será apurar as razões que motivaram a ação civil pública e a decisão liminar que estão impedindo a conclusão das obras de manutenção da BR-319.

Por Assessoria / Diário da Amazônia

Ibama e DNIT contestam paralisação de obras da BR - 319

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O primeiro caminhão Scania R 730, de 730 cv, entrou recentemente em operação na América Latina. O caminhão é empregado pela empresa Ecaval Transport, puxando cargas de até 80 t no Chile. Outra curiosidade do bruto, é sua pintura personalizada com o herói da DC, o Batman. Confira!







Via o Carreteiro

Scania R 730 ‘Batman’ em operação na América Latina

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Empresários que costumavam exportar e importar mercadorias pelo porto do Rio começam a usar os terminais de Vitória e Santos como rotas alternativas de transporte. Com o aumento do roubo de cargas no estado, algumas empresas já preferem escoar os produtos por trajetos mais seguros, mesmo que sejam mais longos e custosos. Isso se aplica, principalmente, aos exportadores e importadores de Minas Gerais e, em menor escala, aos de Goiás.

Embora a escalada do roubo de cargas tenha começado ainda no ano passado, empresários ouvidos pela CBN relatam que o assalto a veículos que transportam contêineres só se intensificou nos últimos dois meses. O presidente da Câmara Brasileira de Contêineres, Silvio Campos, diz que os impactos econômicos já começam a ser sentidos.

"A arrecadação no porto diminuiu muito, além de o movimento já estar fraco, por causa da crise. O porto do Rio de Janeiro é o terminal de escoamento "natural" para os mineiros e já está sendo trocado por Santos e Vitória", relata.

Mirian Carvalho, sócia da empresa Carvalhão, que atua no setor há 57 anos, afirma que teve um aumento de 25% nos investimentos em segurança. Ela conta que um cliente de Minas Gerais, por exemplo, desistiu de contratar os serviços da empresa depois que um veículo que transportava suas cargas foi alvo de um assalto. Ele preferiu usar o porto de Santos.

"Pela primeira vez, estamos vivenciando isso. É um gasto muito grande para as empresas. A gente precisou rever nossos planos de ação e todo o gerenciamento de risco. Isso aumenta muito o custo operacional, porque a gente tem que fazer desvios de rota, andar em comboios e com escoltas", diz.

O coordenador da Câmara de Logística Integrada da Associação de Comércio Exterior do Brasil, Jovelino Pires, lembra que a necessidade de fazer trajetos mais longos aumenta o custo logístico, tornando o produto mais caro no mercado interno e menos competitivo no mercado externo, em um cenário que já é desfavorável. Como exemplo, ele cita o custo médio para levar um carregamento de soja aos portos brasileiros, de noventa dólares, em comparação aos dezoito dólares necessários nos Estados Unidos. Jovelino também detalha como a substituição do porto do Rio pelos de Santos e Vitória agrava ainda mais a crise do estado.

"Cerca de 60% do ICMS arrecadado pelo Rio de Janeiro vem da exportação e importação. É muito dinheiro que se deixa de movimentar. Não é só o que vem dentro do contêiner, mas o crescimento do movimento comercial em torno dessa atividade", explica.

O delegado responsável pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas do Rio, Maurício Mendonça, disse não ter registro de aumento nos roubos de contêneires nos últimos meses, mas defendeu o endurecimento da pena para o crime de receptação. Atualmente, ela varia de um a três anos.

Fonte:CBN

Roubo de cargas leva empresários a trocar o porto do Rio por Santos e Vitória

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