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A cidade mineira de Sete Lagoas recebeu no começo do mês a segunda edição do IVECO BUS Experience. A iniciativa, promovida pela montadora, teve o objetivo de discutir e achar soluções que proporcionem um transporte de passageiros mais inclusivo e moderno.

Durante o encontro, estudantes do curso Design da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) "desenharam" veículos que otimizam ou criam soluções para o acesso aos passageiros, incluindo pessoas com mobilidade reduzida.

Gustavo Serizawa, gerente de Marketing de Produto da IVECO BUS, destaca que os alunos da UFMG estão à frente do projeto Próxima Parada 2030 – o Futuro já Começou. "Essa ação amplia os debates sobre o desenvolvimento de veículos que proporcionam bem-estar aos usuários, como o de pessoas idosas e indivíduos com dificuldades de locomoção", completa.


No final do evento uma cápsula do tempo foi depositada no Complexo Industrial da IVECO, em Sete Lagoas (MG), com esboços e sugestões sobre como será a evolução dos ônibus. Em 2030 o material será retirado.

O portfólio da IVECO BUS tem modelos que privilegiam a inclusão e a acessibilidade, como o Daily Elevittá, GranClass, SoulClass e o veículo conceito, o Daily Life, produto que inova ao estender a inclusão para o profissional de transporte e que inaugura uma nova era no segmento.


FONTE: Iveco 

"Ônibus do futuro" ganha forma durante o IVECO Bus Experience

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De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), acostamento é a parte da via diferenciada da pista de rolamento destinada à parada ou estacionamento de veículos, em caso de emergência, e à circulação de pedestres e bicicletas, quando não houver local apropriado para esse fim.

Essa parte da via se destina somente para paradas e estacionamentos em caso de emergência. Por parada, entende-se como a imobilização do veículo com a finalidade e pelo tempo estritamente necessário para efetuar embarque ou desembarque de passageiros. Já estacionamento, a imobilização de veículos por tempo superior ao necessário para embarque ou desembarque de passageiros.

Por características próprias, tem nível diferenciado da pista de rolamento. Ao utilizá-lo, o motorista deverá fazê-lo com a máxima cautela, respeitando as normas de circulação e conduta, previstas no CTB.

Essas áreas são comumente utilizadas por pedestres, pois é assegurada sua utilização pelo Código. Caso não haja acostamento nas rodovias, o pedestre fará seu deslocamento pelo bordo da pista, no sentido contrário do fluxo de veículos e em fila única, salvo se a segurança do local não permitir.


AUTUAÇÕES


Entre janeiro e outubro de 2017, nas rodovias federais de todo o País, a PRF autuou 42.612 condutores por transitarem nos acostamentos e 32.694 motoristas por ultrapassar pelo acostamento. Em 2016, no mesmo período, foram 41.826 por transitarem e 25.922 por ultrapassarem.

Por mais rigorosa que seja a fiscalização para este tipo de infração, existe a relutância de motoristas em abandonar este tipo de manobra. Mas com os trabalhos da PRF na educação para o trânsito, esse quadro certamente mudará.


INFRAÇÕES


Se o motorista transitar pelo acostamento, caracteriza infração de natureza gravíssima, que tem o valor de R$ 2.640,00 e o condutor perderá 7 pontos na CNH. Caso seja flagrado ultrapassando pelo acostamento, a multa será de R$ 4.400,00 e perderá 7 pontos. A título de curiosidade, a mesma multa (grave) se aplica caso o motorista entre no acostamento sem reduzir a velocidade, colocando em risco a segurança do trânsito.

A PRF orienta os motoristas a utilizarem o acostamento somente em caso de emergência, como pane no veículo ou um pneu furado, por exemplo. E nunca utilizar o acostamento para atender o telefone. E sempre que parar, sinalizar com o pisca-alerta ligado e a utilização do triângulo de emergência.


Motorista, sempre que precisar, disque 191, que é o telefone de emergência da PRF.



Fonte: O Carreteiro

Ultrapassar pelo acostamento gera multa de mais de 4 mil reais

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A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou proposta que determina o recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do motorista que for preso em flagrante por crime de contrabando ou de descaminho. O texto aprovado determina que o motorista preso nessas condições terá suspenso o direito de dirigir.
Relator no colegiado, o deputado Vitor Valim (PMDB-CE) recomendou a aprovação da proposta, prevista em substitutivo da Comissão de Viação e Transportes para o Projeto de Lei 393/15, do deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES).
“Ao saber que pode ser punido com a suspensão da habilitação, esses motoristas serão mais criteriosos no momento de aceitar um trabalho e rejeitarão serviços suspeitos”, disse o relator.
O substitutivo modifica a redação do projeto original para deixar claro que o recolhimento da habilitação e a suspensão do direito de dirigir também serão aplicados para o crime de contrabando. Com a aprovação da Lei 13.008/14, contrabando e descaminho passaram a ser crimes autônomos. Descaminho é a importação ou exportação de mercadoria permitida em lei, porém com fraude no pagamento de impostos e taxas devidos.
O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97).
Tramitação
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Fonte: Agência  Câmara Notícias

Comissão de Segurança aprova suspensão de carteira de motorista para condenado por contrabando

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Concessão da BR-364 em Rondônia será debatida na sexta-feira









A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) realizará um debate nesta sexta-feira (10), às 14h em audiência pública, sobre a concessão da BR-364 no trecho Comodoro-Porto Velho (RO) e a implantação e pavimentação de rodovias federais planejadas no estado de Rondônia. O pedido para a discussão foi apresentado pelos senadores Acir Gurgacz (PDT-RO) e Valdir Raupp (PMDB-RO).
A reunião faz parte do ciclo de palestras e debates com técnicos e autoridades da área de infraestrutura do transporte rodoviário, e será dividida em duas partes.
Foram convidados, Jorge Luiz Macedo Bastos, Diretor-Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT); Luiz Felipe Cardoso Carvalho, Diretor do Departamento de Outorgas de Transportes Terrestre e Aquaviário do Ministérios dos Transportes, Portos e Aviação Civil; Tatiana Thomé de Oliveira, Diretora de Programa da Secretaria de Coordenação de Projetos da Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (SPPI); Alan Gurgel do Amaral, Diretor da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO); entre outros representantes.
A audiência será interativa, por meio do Portal e-Cidadania e acontecerá na Sala 13 da ala senador Alexandre Costa.

Concessão da BR-364 em Rondônia será debatida hoje

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Pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) avaliou este ano as condições de 105.814 quilômetros das rodovias em todo o Brasil, analisando toda a extensão pavimentada das rodovias federais e estaduais do País. Com o intuito de levantar dados e difundir análises técnicas do estado das rodovias, este ano a pesquisa constatou uma queda na qualidade do estado geral das estradas, classificando 61,8% como regular, ruim ou péssima, enquanto que em 2016 este índice era de 58,2%.
O estudo apontou, ainda, que a sinalização foi a parcela que mais se deteriorou, mostrando um aumento significativo em comparação aos números registrados no ano passado. A sinalização considerada ótima ou boa caiu para 40,8%, diante dos 48,3% do ano passado.
Em Rondônia a pesquisa avaliou 1.849 quilômetros de extensão, identificando graves problemas de infraestrutura. Em pontos críticos foram encontradas erosões, problemas na sinalização, onde as placas estão desgastadas, ilegíveis ou cobertas pelo mato. A pesquisa apreseta uma média de 50,2% dos 927 quilômetros avaliados das rodovias com classificação ótima ou boa, já dos 922 quilômetros avaliados 49,08 apresentam algum tipo de deficiência no estado geral, classificados como regular, ruim ou péssimo.
BR é considerada corredor da morte
Dos 1.849 quilômetros avaliados, 1.092 foram na BR-364, que apresentam irregularidades no seu estado geral, sinalização e geometria, obtendo resultado bom apenas na pavimentação. Responsável por conduzir grande frota de caminhões de grande porte que são responsáveis pelo escoamento de alimentos, a rodovia federal faz parte do corredor logístico da soja e recebe diariamente cerca de 2.386 veículos, que disputam vaga com carros de menor porte, contando com as péssimas condições de trafegabilidade, o que contribui para os altos índices de acidentes.
Motoristas que conduzem seus veículos pela BR-364 precisam ter atenção redobrada. Antônio Klippel, que há 20 anos conduz um caminhão de combustível, avaliou as condições da BR-364. “Essa estrada se chama corredor da morte. No trecho de Ji-Paraná até Ariquemes não existe faixa adicional, apenas pequeno espaço permite ultrapassagens. O tráfego é muito intenso e nós, que seguimos normas, precisamos trabalhar devagar, principalmente porque existe muita imprudência por parte das pessoas que não respeitam a velocidade”, disse. Segundo Klippel, transitar nesta rodovia é um verdadeirto caos. “Ontem mesmo morreu um motorista em Ji-Paraná, em Presidente Médici morreu um motoqueiro de domingo para segunda-feira”, informou.
Em agosto deste ano o Governo Federal anunciou que será leiloado um trecho da BR-364, entre Porto Velho e Comodoro (MT), onde 800 quilômetros da rodovia será concedido ao setor privado, de acordo com o Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), que discute, dentro do governo de Michel Temer, as concessões e privatizações. Apontada por engenheiros como a única solução, a privatização gera opiniões divergentes entre os caminhoneiros. Para Josué Rodrigues, que transporta soja do Mato Grosso para Porto Velho e transita na BR-364 há dez anos, a privatização é uma forma de diminuir os acidentes.
Sinalização inadequada predomina
“Eu acharia bom que tivesse essa privatização, pois teríamos uma rodovia mais conservada. E com uma boa sinalização, com certeza iria diminuir o número de acidentes. Mas este é apenas um lado, pois teríamos que pagar a taxa de pedágio, além do combustível que está muito caro. Mas esta seria a melhor solução para a gente que precisa da rodovia”, disse.
O caminhoneiro Ecir Antônio também fez questão de falar sobre o estado em que se encontra a BR-364. “Falta investimento e nós somos só mais lesados. Antes existiam lombadas eletrônicas, mas foram retiradas, não tem fiscalização. Na semana passada vi dois acidentes no mesmo trecho na curva de Jaru e isso, para nós, é só sofrimento. Os locais mais perigosos, na opinião de Ecir Antônio, é a curva da morte que fica entre Ouro Preto e Jaru. “Até a Fazenda Nova Vida, o local é estreito, onde se forma uma fila gigantesca e o pessoal não tem paciência, além da sinalização que e inexistente”, conta.
Na avaliação da CNT, apenas para as ações emergenciais de restauração e reconstrução das rodovias de Rondônia, que contenham sinalização adequada, estima-se que são necessários R$ 102,55 milhões, enquanto para a manutenção dos trechos classificados como desgastados o custo estimado é de R$ 316,93 milhões.

Fonte: Diario da Amazônia

BR-364 em Rondônia apresenta os piores índices de sinalização

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Checagem no sistema comprovou registro de roubo

Na tarde de ontem, agentes da Polícia Rodoviária Federal em Vilhena abordaram uma carreta cegonha que transportava nove carros e duas motocicletas. Ao fazerem a verificação dos veículos, os policiais constataram sinais de adulteração nos sinais identificadores e na documentação.

Checando as suspeitas em seu sistema eletrônico, a PRF descobriu que um dos carros estava com registro de roubo em São Paulo. O automóvel havia sido roubado na capital paulista no dia 21 de outubro deste ano. Dados falsos na documentação também teriam sido inseridos no Detran/SP.

Ao ser interrogado, o motorista da cegonha, José Roberto Caetano, morador da capital paulista, disse que havia embarcado o veículo a pedido de um homem identificado apenas como “Roberto”. 

Mas, ao se recusar a dar o nome do receptador em Porto Velho, para onde toda a frota estava sendo levada, o caminhoneiro acabou preso, acusado de receptação e inserção de dados falsos em documento público.




Fonte:  Folha do Sul Online 
Foto: Divulgação 

Caminhoneiro é preso pela PRF em Vilhena transportando para Porto Velho carro roubado em SP

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O motorista da carreta, identificado como Ricardo Marislet, 40 anos, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local. O caso aconteceu em Várzea Grande.



Várzea Grande, MT - Um grave acidente envolvendo uma carreta e um ônibus com 37 pessoas foi registrado no início da manhã desta quarta-feira (08), na BR-364, 33 quilômetros após o trevo do lagarto, sentido Jangada. Os dois veículos batem de frente na rodovia federal e o motorista do de carga veio a óbito. Além disto, outras sete pessoas ficaram feridas e tiveram de ser transferidas para unidades de saúde.
Segundo as informações iniciais da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente foi informado às 4h39. A carreta teria invadido a pista do ônibus, os dois bateram de frente e um deles acabou parando na faixa de domínio. A primeira informação era a de que haviam 56 vítimas envolvidos no fato. O que foi retificado posteriormente.
O motorista da carreta, identificado como Ricardo Marislet, 40 anos, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local. A carreta que ele dirigia tinha placas do Estado de São Paulo. Já o condutor do ônibus, identificado como Eliseu Leite de Campos, 50 anos, teve apenas lesões leves.
Dentro do ônibus estavam 35 passageiros e mais dois motoristas, sendo que sete deles tiveram que ser transferidos para o Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (PSMVG). Nenhum deles estava em estado grave.  O fato foi registrado 33 quilômetros após o trevo do lagarto, sentido Jangada, nas proximidades da Fazenda do Arcanjo.
Ao todo, prestaram socorro às vítimas quatro ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), três da Concessionária Rota do Oeste e mais duas do Estado. Algumas vítimas estão sendo encaminhadas para unidades de saúde próximas e outras em atendimento no local.
A Concessionária encaminhou também viauturas de resgate, guincho e a UTI móvel. O tráfego no local segue em operação Pare e Siga, com alternância a cada 15 minutos.

Com informações, cenárioMT

TRAGÉDIA NA BR-364: CARRETA E ÔNIBUS COM 37 PESSOAS BATEM DE FRENTE E MOTORISTA MORRE

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